Quando a congregação se reunir para adoração pública, todo
o povo (havendo preparado previamente seus corações) deve vir e unir-se
para isto; sem se ausentar das ordenanças públicas por causa de
negligência ou por pretensão de manter reuniões privadas.
Que todos entrem na reunião, não irreverentemente,
senão de maneira solene e apropriada, tomando seus assentos ou lugares,
sem adoração, sem fazer reverência a um ou outro lugar.
Achando-se a congregação reunida, o ministro, depois de uma
chamada solene à adoração do grande nome de Deus, deve começar em oração,
reconhecendo com toda reverência e humildade a incompreensível grandeza e
majestade do Senhor, ( em cuja presença se apresenta nesse momento de maneira
especial), e também sua própria vileza e indignidade para se aproximar a Ele,
junto com sua absoluta incapacidade para cumprir com obra tão grandiosa; e
suplicando humildemente ao Senhor por perdão, ajuda e aceitação, em toda a
adoração que se levará a cabo; e por uma bênção sobre essa porção particular de
sua palavra que será lida; e tudo no nome e por meio do Senhor Jesus Cristo.
Havendo começado a adoração pública, a gente tem que
concentrar sua atenção na adoração, abstendo-se de ler qualquer coisa, exceto o
que o ministro esteja lendo ou citando; e abstendo-se de todo sussuro
particular, conversações, saudações ou de fazer reverência a qualquer pessoa
presente ou que entre; assim como também abster-se de olhares mal-educados, do
dormir e de outros comportamentos indecentes que possam interromper o
ministro ou a gente, e molestar a outros na adoração.
Se qualquer pessoa, por necessidade, não pode estar
presente desde o início, este não deve, quando entrar na reunião, dedicar-se a
seus devocionais privados, senão com reverência deve sossegar
para se unir com o resto da congregação na ordenança de Deus que se está
levando a cabo nesse momento.
Fonte: Diretório de Culto
de Westminster
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