VIII
As grandes promessas da
aliança abraâmica, como originalmente dadas ao patriarca, são registradas em
Gênesis 12:2,3,7. A própria aliança foi solenemente ratificada pelo sacrifício,
tornando-se assim inviolável, conforme Gênesis 15:9-21. O selo e sinal da
aliança, a circuncisão, é trazida diante de nós em Gênesis 17:9-14. A aliança
foi confirmada pelo juramento divino em Gênesis 22:15-18, o que proporcionou um
terreno de "firme consolação" (Hb 6:17-19). Não havia dois distintos
e diversos pactos feitos com Abraão (como os batistas mais antigos argumentavam),
um que dizia respeito a bênçãos espirituais e outro relativo a benefícios
temporais. O pacto era um, tendo um objeto espiritual especial, para o qual o
regime das temporais e privilégios inferiores desfrutados pela nação de Israel
eram estritamente subordinados, e necessários apenas como um meio de garantir o
resultado superior contemplado.
É verdade que o
conteúdo do pacto era de um tipo misto, que envolvia tanto a descendência natural como a semente espiritual de Abraão, suas promessas
que recebiam uma menor e maior realização. Havia uma realização temporária
dessas promessas para sua descendência natural aqui na terra e havia outra de
realização eterna para seus filhos espirituais no céu. A menos que esta
dualidade do conteúdo do pacto esteja constantemente em mente, é impossível
obter uma visão correta e clara dele. No entanto, é essencial que se distinga
claramente essa dualidade para que não caiamos no erro de outros que insistem
que as bênçãos espirituais pertenciam não só à semente natural de Abraão como também
a descendência dos cristãos. Bênçãos espirituais não podem ser comunicadas por
propagação carnal.
Nada poderia ser
estabelecido mais claramente do que acaba de ser salientado: "Porque nem todos
os que são de Israel são israelitas; nem por serem descendência de Abraão são
todos filhos; mas: em Isaque será chamada a tua descendência. Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas
os filhos da promessa são contados como descendência."(Rm 9:6-8). Nem todos
os descendentes de Abraão participam das bênçãos espirituais prometidas a ele, mas
apenas alguns deles. Cristo disse: "Vós morrereis nos vossos pecados"
(João 8:24), que foi prefigurado no fato de Ismael e Esaú serem excluídos até
mesmo dos privilégios temporais desfrutados pelos descendentes de Isaac e Jacó.
Nem todos os filhos dos cristãos podem se beneficiar dos privilégios espirituais
prometidos a Abraão, mas somente aqueles que foram eternamente escolhidos para
a salvação; os mesmos não podem ser conhecidos até que eles creiam:
"Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão"(Gl 3:7).
Vamos apontar no
próximo lugar que a aliança de Abraão era estritamente peculiar a ele mesmo;
nem no Antigo Testamento nem no Novo é dito que a aliança com Abraão foi feita
em nome de todos os crentes, ou que ela é dada a eles. A grande coisa que a
aliança garantiu a Abraão foi que ele
deveria ter uma semente, e que Deus seria o Deus dessa semente; mas os cristãos
não têm autorização divina para que Ele seja o Deus de sua semente, nem mesmo se
eles tivessem absolutamente todas as crianças. Na realidade muitos deles não
têm posteridade; e, por conseguinte eles não podem ter o pacto de Abraão. O
pacto de Abraão era tão peculiar a ele mesmo como aquele que Deus fez com
Finéias: "E ele, e a sua descendência depois dele, terá a aliança do
sacerdócio eterno" (Nm 25:13), e como a aliança de realeza que Deus fez com Davi e sua descendência ( 2 Sm 7: 12-16).
Em cada caso, foi dada uma promessa divina assegurando uma posteridade, mas se aqueles
homens não tivessem filhos, então Deus quebraria sua aliança.
Observe as promessas
originais feitas a Abraão: "E eu farei de ti uma grande nação, e eu te
abençoarei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E eu abençoarei
os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti todas as
famílias da terra serão abençoadas " (Gn 12:2,3). Será que Deus prometeu a
todo cristão que Ele vai fazer dele uma "grande nação"? Ou que Ele
vai fazer com o nome de cada um deles seja "engrandecido” como fizera com o
patriarca? Ou que neles "todas as famílias da terra serão benditas"?
Certamente, não há espaço para discussão aqui: As muitas perguntas por si só se
respondem. Nada poderia ser mais extravagante e absurdo do que supor que
quaisquer promessas como estas foram feitas para nós.
Se Deus cumpre a
aliança com Abraão e sua descendência, todo crente e sua semente, então Ele procederá
conforme os termos da própria aliança. Mas se nos voltarmos para ela e examinar
cuidadosamente seu conteúdo, ficará evidente que ela não era para se cumprida
em todos os crentes, exceto com o próprio Abraão. Nesse pacto Deus promete que
Abraão deveria ser "um pai de muitas nações", que “reis sairão de ti
", que " eu te darei e a tua descendência depois de ti a terra de
tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua " (Gênesis
17: 5-8). Mas os cristãos não são feitos pais de muitas nações; reis não saem deles;
nem seus descendentes ocupam a terra de Canaã literal ou espiritualmente. Como muitos
crentes piedosos tiveram que chorar como Davi: " Ainda que minha casa não
seja tal para com Deus, contudo estabeleceu comigo uma aliança eterna, que em
tudo será bem ordenado e guardado, pois toda minha salvação está nele” (2 Sm
23: 5).
A aliança não
estabelecia nenhuma relação espiritual entre Abraão e seus descendentes; menos
ainda entre todos os crentes e seus bebês. Abraão não foi pai espiritual de sua
própria descendência natural, porquanto as qualidades espirituais não podem ser
propagadas por geração carnal. Ele era o pai espiritual de Ismael? Ele era o
pai espiritual de Esaú? Não, de fato; em vez disso, Abraão era "o pai de
todos os que crêem" (Rm 4:11). Tanto quanto seus descendentes naturais
estavam preocupados, a Escritura declara que Abraão era "o pai da circuncisão, daqueles que não são apenas da
circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé de nosso pai Abraão,
que tivera na incircuncisão"(Rm 4:12). O que poderia ser mais claro? Vamos
tomar cuidado com os acréscimos à Palavra de Deus. Nenhuma teoria ou prática,
não importa quão venerável ou amplamente difundível ela seja, se não houver o
ensino claro na Escritura não podem ser justificadas ou estabelecidas.
Uma pergunta pode ser feita:
mas não estão os cristãos sob o pacto abraâmico? Na ausência de qualquer
palavra nas Escrituras afirmando que eles estão, nós respondemos Não. A bênção
de Abraão vem aos [crentes] gentios por Jesus Cristo" (Gl 3:14), e o que é
está bênção o mesmo versículo diz: "para que recebêssemos a promessa do
Espírito através da fé.” Essa bênção não consiste na criação de relações
espirituais entre crentes e sua prole infantil, mas é por si mesma uma resposta ao exercício da sua fé. Mais
claro ainda é Gálatas 3: 9 ao definir para nós como a "bênção de Abraão" viria sobre os
gentios: "De sorte os que são da fé são abençoados com o crente
Abraão." E mais uma vez: "Sabei, pois, que os que são da fé, esses
são filhos de Abraão" (v.7). Os únicos filhos espirituais de Abraão são os
que têm fé.
Devemos agora voltar e
considerar o selo da aliança. "E disse Deus a Abraão: Tu guardarás a minha
aliança, tu e a tua descendência depois de ti em suas gerações. Esta é a minha aliança
que o guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: Todo
homem-criança entre vós será circuncidado. E haveis de circuncidar a carne do
prepúcio; cabendo-lhe ser um sinal da aliança entre mim e vós. E aquele que é
de oito dias de idade devem ser circuncidado entre vós, todo o homem-criança
nas vossas gerações, tanto o nascido em casa, ou comprado com dinheiro a
qualquer estrangeiro, que não é de tua semente. Aquele que é nascido em tua
casa, e o comprado a dinheiro, há de ser circuncidado; e estará a minha aliança
na sua carne por aliança perpétua. E o homem-criança incircunciso, cuja carne
do prepúcio não estiver circuncidada, aquela alma será extirpada do seu povo;
quebrou a minha aliança "(Gn 17: 9-14).
Ao procurar saber qual
a importância da passagem acima, não podemos fazer melhor do que jogar sobre
ela a luz do Novo Testamento. É dito-nos: "E ele [Abraão] recebeu o sinal
da circuncisão, selo da justiça da fé quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles
também na incircuncisão; a fim também que
a justiça lhes seja imputada" (Rm 4:11). A primeira observação que poderíamos
fazer sobre este versículo é que ele definitivamente estabelece a unidade da
aliança com Abraão. Em Romanos 4: 3 o
apóstolo tinha citado Gênesis 15, onde a palavra aliança aparece pela primeira
vez em conexão com Abraão; agora ele nos remete a Gênesis 17, justificando
assim que a aliança era a mesma em ambos os capítulos. A principal diferença
entre os dois capítulos é que um salienta mais o lado divino (ratifica o
pacto), o outro o lado humano (a manutenção da aliança ou obediência à ordem divina).
A próxima coisa que
observo é que a circuncisão era "um selo da justiça da fé que ele tinha."
Mais uma vez gostaríamos de dizer: Vamos estar em guarda contra a adição à
Palavra de Deus, pois nenhum lugar das
Escrituras diz que a circuncisão era um selo para alguém além do próprio
Abraão; e até mesmo no seu caso foi observado que ela não comunicava qualquer
bênção espiritual, mas simplesmente confirmava o que já fora prometido a ele.
Como um selo de Deus, a circuncisão era um penhor divino ou garantia de que ele
deveria gerar essa semente que traria bênção para todas as nações, e que, nos mesmos termos em que se
justifica a justiça se tornou sua somente pela fé. Não era um selo de sua fé,
mas da justiça que, no devido tempo, era para ser operada pelo Messias e
Mediador. A circuncisão não era um memorial de qualquer coisa que já tinha vindo
e que era para ser atualizada, mas uma garantia do que ainda viria no futuro,
ou seja, a justiça que deveria ser
trazida por Cristo.
Mas Deus não mandou que
todos os homens da família de Abraão e seus descendentes fossem circuncidados?
Ele o fez, e naquele mesmo fato encontramos a definitiva confirmação do que foi
dito acima. O que era o selo da circuncisão aos servos e escravos de Abraão? Nada.
"A circuncisão não assinalava nem selava as bênçãos do pacto de Abraão com
os indivíduos a quem foi administrada por determinação divina. Ela não implicava
que os que foram circuncidados estavam contabilizados como herdeiros das
promessas, quer temporal ou espiritualmente. Nem mesmo foi aplicada a Isaac e Jacó, que são por nome
designados herdeiros de Abraão, para marcá-los como herdeiros das promessas. O interesse nas promessas foi garantido a eles
por Deus ao dar-lhes explicitamente a aliança, todavia não se fez representar
na circuncisão deles. A circuncisão não marcava nenhum caráter e não tinha uma aplicação
individual para nenhum homem, exceto ao próprio Abraão. Era o sinal dessa
aliança; e quanto um símbolo ou sinal, sem dúvida, aplicado a cada promessa do
pacto, mas não designava ao indivíduo circuncidado um interesse pessoal em tais
promessas. A aliança prometeu uma numerosa descendência a Abraão; a circuncisão,
como o sinal da aliança representava isso; todavia não sinalizou isso a
qualquer outro. Qualquer outro indivíduo circuncidado, exceto Isaac e Jacó, a
quem a aliança foi dada explicitamente, poderia não gerar filhos.
"A circuncisão não
importava que a numerosa descendência de
Abraão devia vir de qualquer indivíduo
de sua descendência. A aliança prometia que todas as nações seriam abençoadas em
Abraão -que o Messias deveria ser seu descendente. Mas a circuncisão não indicava
a nenhum outro que o messias deveria
vir, exceto ao próprio Abraão –mesmo a
Isaac e Jacó esta promessa fora dada particularmente e não pela circuncisão
deles. De alguns da raça de Abraão, o Messias, de acordo com o pacto, devia vir-a circuncisão era um sinal disso: mas isto não foi representado pela circuncisão de qualquer
um de toda a sua raça. Muito menos poderia a circuncisão ser um 'sinal' para os estrangeiros e os escravos que
não eram da descendência de Abraão. Para os tais, até mesmo as promessas
temporais não eram 'sinalizadas' ou
seladas pela circuncisão. A aliança prometia Canaã para os descendentes de
Abraão, mas a circuncisão dos estrangeiros e escravos não indicava nenhum sinal
de sua herança nela"(Alexander Carson, 1860).
Que a circuncisão não confirmava
nada a ninguém, além do próprio Abraão, é ratificado sem sombra de dúvida pelo
fato de que a circuncisão foi aplicada àqueles que não tinham interesse pessoal
no que fora prometido no pacto. Não só foi a circuncisão administrada por Abraão
a servos e escravos de sua casa, mas também em Gênesis 17:23 lemos que ele
circuncidou Ismael que foi expressamente excluído desse pacto! Não há como
fugir da força do argumento acima; é impossível conciliá-lo com os pontos de
vista tão amplamente penetrantes sobre a aliança abraâmica. Além disso, a
circuncisão não foi submetida voluntariamente, nem dada com referência a fé,
que era obrigatória, não obstante em todos os casos: "Aquele que é nascido
em tua casa, e aquele comprado por teu
dinheiro é necessário que seja circuncidado"(Gn 17:13), quem se recusasse
fosse "cortado do seu povo"(14 v.). Quão diferente é isso do batismo
cristão!
Talvez alguém pergunte:
Se a circuncisão não selava nada para
quem a recebeu, salvo ao próprio Abraão, então por que Deus ordena que ela seja
administrada a todos os descendentes masculinos de Abraão ? Em primeiro lugar,
porque essa era a marca que Ele
escolhera para distingui-los de todos os
outros povos de quem o Messias havia de vir.
Em segundo lugar, porque serviu como um lembrete constante de que, logo que a
semente prometida de Abraão viesse, a circuncisão seria deixada de lado por
Deus. Em terceiro lugar, por causa do que ela tipificava. Aos que nasciam naturalmente
de Abraão a circuncisão representava a herança terrena, que prefigurava o
direito à herança celestial dos que nascem do Espírito. Os servos e escravos na
casa de Abraão "comprados com dinheiro" lindamente esboçavam a
verdade daqueles que entram no reino de Cristo "comprados" pelo
Seu sangue.
É um erro supor que o
batismo ficou no lugar da circuncisão. Pelo fato de os sacrifícios do Antigo Testamento através do
sacerdócio de Arão serem substituídos pela
única oferta do Salvador através de seu
sumo sacerdócio , a circuncisão foi
sucedida pela circuncisão espiritual que
os crentes têm em Cristo: "No qual também estais circuncidados com a
circuncisão não feita por mãos, no despojo do corpo dos pecados da carne, a
circuncisão de Cristo" (Colossenses 2:11) - Quão simples! Quão gratificante!
"Sepultados com ele no batismo, no qual também fostes ressuscitados com
ele" (v. 12). É algo adicional, é
torcer as Escrituras dizer que este dois
versos significam : "Ser enterrado com ele no batismo é ser circuncidado."
Não, não; o versículo 11 declara que a circuncisão
cristã é "feita sem mãos ", todavia o batismo é administrado com mãos! A circuncisão" feita por mãos,
judicialmente, diante de Deus, o corpo dos pecados da carne "tomou o lugar
da circuncisão não feita por mãos humanas. A circuncisão de Cristo ficou no
lugar da circuncisão da lei. Nunca no Novo Testamento é dito que o batismo é selo do nova aliança; antes o selo é o
Espírito Santo (ver Efésios 1:13; 4:30).
Resumindo. O grande
projeto da aliança de Deus com Abraão foi para dar a conhecer que através dele viria
Aquele que traria bênção para todas as
famílias da terra. As promessas feitas a ele estavam a receber um menor ou
maior cumprimento, conforme ele tivesse filhos
naturais e espirituais - pois "reis sairão de ti" (Gn 17: 6) comparar com Apocalipse 1:6; pois "a
tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos" (Gn 22:17) comparar
com Colossenses 2:15; Romanos 8:37; I João 5: 4. Abraão é chamado de
"pai" não em sentido federal ou espiritual, mas porque ele é o chefe
do clã da fé, o protótipo pelo qual todos os crentes são conformados. Os
cristãos não estão sob o pacto abraâmico, embora sejam "abençoados com ele"
tendo a sua fé contada para a justiça.
Embora os crentes do Novo Testamento não estejam sob a aliança com Abraão, eles
são herdeiros de sua herança espiritual por causa de sua união com Cristo.
Resta-nos agora a
apontar em que o pacto abraâmico esboçava a aliança eterna. Primeiro, ele
proclamou o alcance internacional da misericórdia divina: alguns de todas as
nações foram incluídos na eleição da graça. Em segundo lugar, deu a conhecer a provisão decretada a partir da qual o Messias
e Mediador faria a remissão. Em terceiro lugar, ela anunciava que só a fé
garantia um interesse em tudo que Deus
havia prometido. Em quarto lugar, em Abraão ser o pai de todos crentes foi
prefigurada a verdade que Cristo é o Pai de Sua própria semente espiritual (Is 53:10,
11). Em quinto lugar, o chamado de Abraão por Deus a deixar seu país e se
tornar um peregrino em uma terra estranha foi um tipo de Cristo deixando o céu e o tabernáculo sobre a terra.
Em sexto lugar, como "herdeiro do mundo" (Rm 4:13) Abraão tipificava
Cristo como " herdeiro de todas
as coisas" (Hb 1 : 2). Em sétimo lugar, na promessa de Canaã a sua
semente, temos uma figura da herança celestial que Cristo adquiriu para o seu
povo.
(Parece uma triste tragédia
que o povo de Deus esteja tão dividido por causa do batismo, embora temos fortes convicções sobre
o assunto que se abstiveram de prensagem, ou mesmo de apresentação neste
estudo. Todavia parecia impossível lidar
fielmente com a aliança abraâmica sem fazer algumas ligeiras referências. Temos
procurado escrever com moderação o capítulo acima, evitando expressões duras e
reflexões desnecessárias. Confiamos que o leitor vai gentilmente recebê-lo no espírito
em que está escrito).
Fonte: Providence
Baptist Ministries - The Divines Convenants ( chapter 8, The Abrahamic
Convenant)
Tradução: Luciano de Oliviera

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